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Termo que designa uma publicação periódica, de carácter generalista, com uma capa não cartonada e dirigida, em regra, a um público não especializado. É impresso semanal ou mensalmente. Este tipo de livro costuma conter artigos escritos, fotografias e anúncios sobre um determinado assunto. Também pode ser de interesse apenas para grupos de pessoas que se interessam por determinado assunto (The British Medical Journal). O primeiro magazine apareceu em França, entre 1665 e 1792, editado por Sieur de Hedouville (Jourbal des scavans). Na Alemanha, os periódicos apareceram no final do século XVIII como magazines de informação, evoluindo aos poucos para periódicos literários e científicos. Por altura da II Guerra Mundial, os periódicos serviam como veículos de propaganda ao regime nazi e os tradicionais magazines foram proibidos e destruídos. Na Inglaterra, os magazines apareceram por volta de 1710, tendo o primeiro sido editado por Sir Richard Steele (Tatler, 1709-1711). O primeiro periódico a utilizar o vocábulo magazine, como periódico de entretenimento, terá sido o Gentleman’s Magazine (1731-1868). Durante o século XIX, assiste-se a um aumento deste tipo de periódicos: Household Words (1850-1859) e All the Year Round (1859-1895), editados por Charles Dickens; The Cornhill Magazine (1860-1975), editado por W. M. Thackeray; The Yellow Book (1894-1897), editado por Aubrey Beardsley e Henry Harland. Nos Estados Unidos da América, por volta de 1740, já existiam alguns periódicos que tinham como média de vida apenas dez meses: American Magazine (1741), editado por Andrew Bradford; General Magazine and Historical Chronicle (1741), editado por Benjamim Franklin e Monthly Chronicle (1757-1758), editado por William Bradford, eram os mais conhecidos. Durante a Revolução americana, apareceram outros de grande importância como o Pennsylvania Magazine (1775-1776) e o United States Magazine (1779). Depois da guerra, os periódicos apareceram em grande número. Antes de 1800, já existiam 70 periódicos, sendo os mais notáveis o Columbian Magazine (1786-1792), The Massachusetts Magazine (1789-1786) e o New York Magazine (1790-1797). O magazine americano mais conhecido do princípio do século XIX era a Port-Folio (1801-1827). De entre os magazines americanos que tiveram um período de publicação mais longo, encontra-se Atlantic Monthly (1871-1881), editado por William Dean Howells, Harper’s Magazine e Century Illustrated Magazine (1881). No final do século XIX, encontramos outros magazines que foram consideradas de grande importância devido à sua importante intervenção em campos como a injustiça social, política e económica: McClure’s (1893-1928), Hampton’s Magazine (1898-1912), Cosmopolitan (1886) e Collier’s (1880-1957). Durante o século XX, destacam-se algumos magazines importantes, tais como Life (1936) e Look (1937). No entanto, apesar das suas elevadas publicações, estes magazines, nos anos 60 e 70, perderam alguma da sua importância, devido aos custos de produção e ao aumento das transmissões de televisão. Apesar disto, o magazine Life, voltou a aparecer, em 1978, como magazine mensal. No campo da literatura actual, são hoje referências fundamentais Magazine littéraire (França) e Ler (Portugal), por exemplo.

CHAPBOOK, REVISTA LITERÁRIA
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Termo que designa uma publicação periódica, de carácter generalista, com uma capa não cartonada e dirigida, em regra, a um público não especializado. É impresso semanal ou mensalmente. Este tipo de livro costuma conter artigos escritos, fotografias e anúncios sobre um determinado assunto. Também pode ser de interesse apenas para grupos de pessoas que se interessam por determinado assunto (The British Medical Journal). O primeiro magazine apareceu em França, entre 1665 e 1792, editado por Sieur de Hedouville (Jourbal des scavans). Na Alemanha, os periódicos apareceram no final do século XVIII como magazines de informação, evoluindo aos poucos para periódicos literários e científicos. Por altura da II Guerra Mundial, os periódicos serviam como veículos de propaganda ao regime nazi e os tradicionais magazines foram proibidos e destruídos. Na Inglaterra, os magazines apareceram por volta de 1710, tendo o primeiro sido editado por Sir Richard Steele (Tatler, 1709-1711). O primeiro periódico a utilizar o vocábulo magazine, como periódico de entretenimento, terá sido o Gentleman’s Magazine (1731-1868). Durante o século XIX, assiste-se a um aumento deste tipo de periódicos: Household Words (1850-1859) e All the Year Round (1859-1895), editados por Charles Dickens; The Cornhill Magazine (1860-1975), editado por W. M. Thackeray; The Yellow Book (1894-1897), editado por Aubrey Beardsley e Henry Harland. Nos Estados Unidos da América, por volta de 1740, já existiam alguns periódicos que tinham como média de vida apenas dez meses: American Magazine (1741), editado por Andrew Bradford; General Magazine and Historical Chronicle (1741), editado por Benjamim Franklin e Monthly Chronicle (1757-1758), editado por William Bradford, eram os mais conhecidos. Durante a Revolução americana, apareceram outros de grande importância como o Pennsylvania Magazine (1775-1776) e o United States Magazine (1779). Depois da guerra, os periódicos apareceram em grande número. Antes de 1800, já existiam 70 periódicos, sendo os mais notáveis o Columbian Magazine (1786-1792), The Massachusetts Magazine (1789-1786) e o New York Magazine (1790-1797). O magazine americano mais conhecido do princípio do século XIX era a Port-Folio (1801-1827). De entre os magazines americanos que tiveram um período de publicação mais longo, encontra-se Atlantic Monthly (1871-1881), editado por William Dean Howells, Harper’s Magazine e Century Illustrated Magazine (1881). No final do século XIX, encontramos outros magazines que foram consideradas de grande importância devido à sua importante intervenção em campos como a injustiça social, política e económica: McClure’s (1893-1928), Hampton’s Magazine (1898-1912), Cosmopolitan (1886) e Collier’s (1880-1957). Durante o século XX, destacam-se algumos magazines importantes, tais como Life (1936) e Look (1937). No entanto, apesar das suas elevadas publicações, estes magazines, nos anos 60 e 70, perderam alguma da sua importância, devido aos custos de produção e ao aumento das transmissões de televisão. Apesar disto, o magazine Life, voltou a aparecer, em 1978, como magazine mensal. No campo da literatura actual, são hoje referências fundamentais Magazine littéraire (França) e Ler (Portugal), por exemplo.

2009-12-29 12:00:55
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