S

S & F
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Verbete por redigir

2010-01-01 19:32:00
2010-01-01 19:32:00
SABER AUTORAL
SABER LIVRESCO, SABER TEXTUAL
SABER AUTORAL

Próprio do crítico que conhece profundamente a vida e os aspectos marginais da obra de um autor. Por exemplo: o arquitecto Campos de Matos e o seu Dicionário de Eça de Queiroz. Trata-se mais de um historiador autodidacta da literatura do que propriamente de um crítico.

2010-06-18 21:28:11
2010-06-18 21:28:11
SABER LIVRESCO
SABER AUTORAL, SABER TEXTUAL
SABER LIVRESCO

Próprio do crítico que lê copiosamente toda a literatura de consumo. Sabe referenciar qualquer obra literária. Tem sempre uma citação na ponta da língua. Conhece todas as literaturas. Possui uma vasta erudição que lhe permite ter o respeito sobretudo de quem não tem erudição nenhuma. É um indivíduo muito lido, mas pouco crítico. Não tem ideias próprias, porque está demasiado ocupado em decorar as dos outros. A sua inteligência resume-se sobretudo a uma boa memória, em desfavor da imaginação criadora. Nunca poderá ser um escritor original e muito menos um filósofo. Por exemplo, um crítico literário jornalístico.

2010-06-18 21:29:33
2010-06-18 21:29:33
SABER TEXTUAL
SABER AUTORAL, SABER LIVRESCO
SABER TEXTUAL

Próprio do verdadeiro crítico, que sabe ler nas entranhas do texto literário. Além de conhecer profundamente a obra de um autor, tem a intuição necessária para lhe descobrir novos rumos. Nunca marca limites de interpretação. Usa sempre a imaginação criadora. Tem sempre uma ideia pessoal sobre uma ideia impessoal. É muitas vezes também um escritor original ou um filósofo. Embora sejam raros na literatura portuguesa, Vitorino Nemésio pode ser um bom exemplo de crítico-escritor e António Sérgio de crítico-filósofo.

2010-06-18 21:30:24
2010-06-18 21:30:24
SAGA
SAGA
SAGA

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2010-01-01 19:32:19
2010-01-01 19:32:19
SAINETE
SAINETE
SAINETE

Obra dramática breve, cómica e satírica, com um só acto e geralmente de assunto mundano. Na origem, os sainetes eram os foliões mascarados que se exibiam nas praças públicas por ocasião das grandes festas populares. Depois, o termo passou a designar o entreacto lúdico das comédias. Distingue-se do entremez, outro tipo de representação antiga, breve e jocosa, porque só podia ocorrer depois de representadas as peças maiores. Além disso, o sainete podia ser musicado (tomou o nome de tonadilla, em Espanha) e o entremez não; devia referir-se somente a assuntos mundanos e podia ser mais extenso do que o entremez. Cultivaram o sainete autores como Cervantes, Calderón de la Barca e Quiñones de Benavente.{bibliografia}Jesus Canas Murillo: "La poetica del sainete en Ramon de la Cruz: De personajes, su tratamiento y su construccion", Insula: Revista de Letras y Ciencias Humanas, Madrid, 1994 Oct, 574, 17-19; Josep M. Sala Valldaura: "Tradicion y contexto: El sainete de finales del siglo XVIII", Nueva Revista de Filologia Hispanica, Mexico City D.F., Mexico (NRFH). 1993, 41:2, 459-70.

2009-12-27 15:56:13
2009-12-27 15:56:13
SALMO
SALMO
SALMO

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2010-01-01 19:33:14
2010-01-01 19:33:14
SAMIZDAT
SAMIZDAT
SAMIZDAT

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2010-01-01 19:33:28
2010-01-01 19:33:28
SATANISMO
SATANISMO
SATANISMO

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2010-01-01 19:33:36
2010-01-01 19:33:36
SÁTIRA
SÁTIRA
SÁTIRA

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2010-01-01 19:33:47
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