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A expressão, que significa literalmente “tempestade e impulso”, foi aplicada a um movimento extremamente violento na literatura alemã da segunda metade do séc. XVIII, que se exprimiu principalmente no teatro. A sua origem é um drama esquecido de Friedrich Klinger, Wirrwarr (desordem), oder Sturm Drang, 1776.

Trata-se de um movimento precursor do Romantismo, que na Alemanha se manifestou de forma mais moderada.

A inspiração veio de Rousseau, com o regresso ao natural e a revolta contra as convenções. Os Stürmer proclamavam a liberdade absoluta, no amor e na política, neste caso com um forte pendor nacionalista.

Os dois maiores autores alemães do séc. XVIII, Goethe e Schiller, aderiram inicialmente a este movimento, respectivamente com Götz von Berlichingen, 1771-1773 e Die Räuber, 1781.

{bibliografia}

Annemieke Meyer: The pure language of the heart: sentimentalism in the Netherlands 1775-1800 (1996); Gerhard Kaiser: Aufklärung, Empfindsamkeit, Sturm und Drang (2007)