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Breve representação dramática, geralmente uma farsa ou uma comédia em um acto, que sucedia à representação principal num programa teatral no século XVIII. (O inverso, isto é, uma representação que antecede o programa principal, chama-se curtain raiser.) Tornou-se popular porque então se introduziu a cobrança de meio-bilhete aos espectadores atrasados, que costumavam entrar a meio do espectáculo gratuitamente. Este sistema vigorou sobretudo em Londres até, pelo menos, 1870. Arthur Murphy foi um notável dramaturgo especializado em afterpieces como The Apprentice (1756) e What We Must All Come To (1764).

{bibliografia}

Kevin Pry: "Theatrical Competition and the Rise of the Afterpiece: 1700-24", Theatre Notebook: A Journal of the History and Technique of the British Theatre, 36, 1 (1982); Matthew Dolkey: "Follies in Fashion: The Afterpiece in the American Theatre", Players: Magazine of American Theatre, 51 (1976); Philip K. Jason: "The Afterpiece: Authors and Incentives", Restoration and 18th Century Theatre Research, 12, 1 (Chicago, 1973); Philip K. Jason: "The Afterpiece: Origins and Early Development", Restoration and 18th Century Theatre Research, 1, 1 (Chicago, 1986).