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Denominação romântica do poeta típico da época – dominado por sentimentos excessivos que geralmente ignoravam as restrições morais. A violência desses sentimentos levava-o a viver à margem da sociedade, seguindo apenas os seus instintos, o que levava fatalmente à sua destruição e à daqueles que dele se aproximavam. De certa maneira, o poeta maldito, que teve o seu paradigma em Byron, sobrepõe-se ao anti-herói que se impõe pelas características negativas, mas que é também apresentado até certo ponto como vítima de um destino adverso e invencível.

{bibliografia}

Myriam Bendhif-Syllas: Une Histoire de L’Écrivain Maudit (2007); Pascal Brissette: La Malédiction littéraire. Du poète crotté au génie malheureux (2005)

http://www.fabula.org/revue/document980.php