O

OMNISCIÊNCIA NARRATIVA
FOCALIZAÇÃO

Verbete por redigir

2010-01-01 18:30:44
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ONOMATOPEIA
ONOMATOPEIA

Termo de origem grega (onomatopoiía – criação de palavras, pelo latim onomatopoeia – invenção de palavras) que significa simultaneamente um fenómeno linguístico e uma figura da retórica que consistem na semelhança, através da imitação ou reprodução, existente entre o som de uma palavra e a realidade que representa, seja o canto dos animais, o som dos instrumentos musicais ou o barulho que acompanha os fenómenos da natureza. Para Grammont, a onomatopeia é sempre uma aproximação, nunca uma reprodução exacta. De acordo com estudos apresentados por Rodrigo de Sá Nogueira nos anos 50, as onomatopeias podem ser puramente fonéticas (onomatopeias puras), quando consistem na imitação fonética, tanto quanto possível exacta, dos sons que representam, por exemplo: trrrrrim, tic-tac, como se verifica em «O “toc-toc” dos saltos dos sapatos dela no mármore […]» (Mário de Carvalho, Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto, 4ª ed., Caminho, Lisboa, 1999). Estas classificam-se como onomatopeias não vocabulizadas, (não lexicalizadas) pois não constituem vocábulos da língua, apenas imitam os sons que representam, muitas vezes apenas com consoantes apostas, facilmente pronunciadas como imitação, mas dificilmente representadas ortograficamente, como é o caso de pfffff, existindo também as onomatopeias vocabulizadas (onomatopeias lexicalizadas) que são vocábulos como outros quaisquer, que seguem as regras de construção ortográficas e possuem uma classificação sintáctica e morfológica, idêntica às restantes palavras, como é o caso de piar, miar, às quais correspondem onomatopeias puras (piu e miau, respectivamente). Quase todas as onomatopeias são passíveis de lexicalização, bastando para tal antepor-se um determinante artigo, como por exemplo: um tic-tac / o tic-tac. A partir deste fenómeno, surgiram alguns vocábulos com uma configuração onomatopaica, que são aqueles que têm o poder de sugerir uma imagem mais ou menos aproximada do facto que exprimem, a partir da existência de certos fonemas, cuja natureza faz lembrar o facto designado. É este onomatopeísmo que dá expressividade às palavras que designam fenómenos sonoros (clique, crepitar, estalido, estrondo, matraquear, murmúrio, sussurro, tilintar), às que designam vozes de animais (cacarejar, coaxar, grunhir, miar, piar, uivar, zurrar), ou actos sonoros produzidos pelas cordas vocais e afins (assobiar, cochichar, fungar, roncar, tossir). Leiam-se estes versos de Pedro Dinis que ilustram a segunda situação apontada: Palram pega e papagaio E cacareja a galinha, Os ternos pombos arrulham, Geme a rola inocentinha. Muge a vaca, berra o touro Grasna a rã, ruge o leão, O gato mia, uiva o lobo Também uiva e ladra o cão. Relincha o nobre cavalo Os elefantes dão urros, A tímida ovelha bala, Zurrar é próprio dos burros. Regouga a sagaz raposa, Brutinho muito matreiro; Nos ramos cantam as aves; Mas pia o mocho agoureiro. Sabem as aves ligeiras O canto seu variar: Fazem gorjeios às vezes, Às vezes põem-se a chilrar. O pardal, daninho aos campos, Não aprendeu a cantar; Como os ratos e as doninhas, Apenas sabe chiar. O negro corvo crocita, Zune o mosquito enfadonho, A serpente no deserto Solta assobio medonho. Chia a lebre, grasna o pato, Ouvem-se os porcos grunhir, Libando o suco das flores, Costuma a abelha zumbir. Bramam os tigres, as onças, Pia, pia o pintainho, Cucurica e canta o galo, Late e gane o cachorrinho. A vitelinha dá berros, O cordeirinho balidos, O macaquinho dá guinchos, A criancinha vagidos. A fala foi dada ao homem, Rei dos outros animais: Nos versos lidos acima Se encontram em pobre rima As vozes dos principais A construção onomatopaica tem grande importância estilística e poética, pois nela se concentram a melodia, a harmonia e o ritmo da frase. Daí que a poesia seja particularmente sensível a este recurso bastante sugestivo, que a aproxima da música. No uso da onomatopeia como artifício estilístico, o efeito baseia-se não tanto nas palavras individuais como na combinação de valores sonoros que podem ser reforçados pela aliteração, ritmo e rima. A onomatopeia é, pois, um dos recursos expressivos mais comuns usados na poesia para produzir um efeito especial, reforçar a capacidade comunicativa de um texto, produzindo mensagens vivas e autónomas, como se pode verificar numa leitura atenta do poema «Passagem das Horas» de Álvaro de Campos (Álvaro de Campos, Poesias, Col. «Poesia», Edições Ática, Lisboa, s. d., 233-239): Ho-ho-ho-ho-ho!… Cada vez mais depressa, cada vez mais com o espírito diante do corpo Adiante da própria ideia veloz do corpo projectado, Com o espírito atrás adiante do corpo, sombra, chispa, He-la-ho-ho… Helahoho… […] Hup-la por cima das árvores, hup-la por baixo dos tanques, Hup-la contra as paredes, hup-la raspando nos troncos, Hup-la no ar, hup-la no vento, hup-la, hup-la nas praias, Numa velocidade crescente, insistente, violenta, Hup-la hup-la hup-la hup-la hup-la… […] E choca-te, trz!, esfrangalha-te no fundo do meu coração! Do ponto de vista semântico, há que distinguir a onomatopeia primária que consiste na imitação do som pelo som e a onomatopeia secundária que evoca não uma experiência acústica, mas um movimento. Visto que a onomatopeia exige uma afinidade entre o nome e o sentido, seria de esperar que tais vocábulos fossem semelhantes nas diferentes línguas. Contudo, há que concordar que cada língua convencionou a onomatopeia de uma maneira própria e que até formações nitidamente onomatopaicas têm poucas semelhanças nos diferentes idiomas quando se traduzem graficamente. Por exemplo, o ladrar do cão é reproduzido em inglês como bow-wow. Há linguistas que defendem que o efeito onomatopaico depende da situação em que se pronuncia uma palavra. Para Maurice Grammont «uma palavra não é uma onomatopeia se não for sentida como tal» (Ap. Stephen Ullmann, Semântica: Uma Introdução à Ciência do Significado, p. 187). Teresa Rita Lopes defende a criação de onomatopeias, explicando que estas não existem apenas para acudir à falta ou ao desconhecimento de determinados termos abstractos, como sucede, por exemplo, com certos termos da linguística infantil (popó, pipi, mémé); são muitas vezes um complemento expressivo para transmitir o som ou o movimento contido na frase, tornando-a mais viva, mais comunicativa. Daí que a autora apresente a seguinte definição para onomatopeia: «palavra motivada que se mantém em relação com a realidade que exprime – ou por imitação de um som, ou por sugestão de um movimento, ou ainda por simultaneidade dos dois.» (Maria Teresa Rita Lopes, Motivação Poética: Onomatopeias e Palavras Impressivas, parte II, 20), como é o caso dos exemplos que se seguem: «Lá vem o Zé Violas na malta, eh rapazes! e os varapaus, bumba que bumba uns nos outros.» (Aquilino Ribeiro, Via Sinuosa, 5ª ed., Livrarias Aillaud & Bertrand, Paris, s.d., p. 245), «Frei Joaquim das Sete Dores no azemel, toque-toque atrás de mim…» (Aquilino Ribeiro, Estrada de Santiago, Livrarias Aillaud & Bertrand, Paris, 1924, p. 197), «…o retintim agudo do martelo do ferrador» (Trindade Coelho, Os Meus Amores, col.«Portuguesa», Porto Editora, Porto, s.d.).{bibliografia}Gérard Genette, Mimologiques: voyages en Cratylie, (1976); Maria Teresa Rita Lopes, Motivação Poética: Onomatopeias e Palavras Impressivas, (1961); Rodrigo de Sá Nogueira, Estudos sobre as Onomatopeias, (1950); ———–, As Onomatopeias e o Problema da Origem da Linguagem, (1950); Stephen Ullmann, Semântica: uma Introdução à Ciência do Significado, (1964)

2009-12-24 06:46:59
2009-12-24 06:46:59
OPALESCÊNCIA
IRISDESCÊNCIA/OPALESCÊNCIA
OPALESCÊNCIA

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2010-01-01 18:31:15
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OPONENTE
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ADJUVANTE/OPONENTE
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2010-01-01 18:31:45
2010-01-01 18:31:45
ORAÇÃO
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2010-01-01 18:32:12
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ORATÓRIA
ORATÓRIA
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2010-01-01 18:32:32
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ORGANICISMO
ORGANICISMO

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2010-01-01 18:32:51
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ORIENTALISMO
ORIENTALISMO

Termo central dos Estudos Culturais, estudado em particular por Edward Said, no seu livro Orientalism, que descreve o longo processo histórico através do qual o Oriente foi virtualmente construído nos intelectos e nas mentes dos académicos ocidentais. Essas construções, por sua vez, preciosamente guardadas e codificadas ao longo dos anos em inumeráveis romances, poemas, livros de viagens, documentos de pesquiza, etc, foram interiorizadas pelos próprios orientais – muitos dos quais se adaptam agora ás expectativas que os ocidentais têm sobre eles. Na introdução deste estudo, Said fala nos estereótipos que permaneceram e através dos quais nós vemos o Oriente como fonte de mistério, corrupção, sensualidade ou (paradoxalmente), iluminação espiritual.. O Oriente está ligado ao Ocidente por laços históricos bem como a própria origem da civilização ocidental é a recorrente imagem do Outro – que será confrontado pelo Ocidente e assimilado ou subjugado. O autor distingue três tipos de Orientalismo: Em primeiro lugar, o Orientalismo aparece como um sujeito de estudo académico. As línguas orientais foram exaustivamente estudadas pelos filólogos do sec.XIX. O segundo tipo de Orientalismo refere-se a uma atitude que opõe o Oriente ao Ocidente. Na literatura, é conhecida a dicotomia básica entre ambas oriental / ocidental. Em terceiro lugar, a afirmação do estudo ocidental, a sua burocracia e controlo sobre o Oriente (a partir do séc. XIX) tornaram virtualmente impossível aos ocidentais verem as coisas como elas realmente são, sendo vistas pelo contrário, como foram préviamente moldadas e definidas pelo discurso ocidental. Tudo isto se apresenta como um produto dos estreitos laços históricos e coloniais que ligam o Oriente ao Ocidente através dos tempos: “Deste modo, falar de Orientalismo é falar sobretudo […] do empreendimento cultural francês e inglês, um projecto cujas dimensões tomam sentidos tão diferentes, como a própria imaginação, o todo constituído pela India, e pelo Levante, os Textos e Territórios Bíblicos, o comércio de especiarias, os exércitos coloniais, e uma enorme tradição de administradores coloniais, o professorado oriental, um complexo aparato de ideias Orientais (despotismo, esplendor, crueldade, sensualidade orientais), muitas seitas, sabedorias e filosofias Orientais foram moldadas, adaptadas para uso dos europeus.” (Literature in the Modern World, ed. Walder). Torna-se assim óbvio que o alcance dos argumentos de Said é enorme – e vai muito para além do Oriente reflectido na literatura. Contudo só no mundo da literatura inglesa encontramos inumeráveis exemplos que reflectem o modo como o Oriente é visto pelos olhos ocidentais, e “construído” pelo discurso ocidental. Said debruça-se também sobre o conceito de hegemonia, tal como foi definido por Gramsci, para quem a influência das ideias e ideologia do grupo dominante são aceites como naturais por ambos os grupos, dominado e dominante: “É a hegemonia, ou antes, o resultado da hegemonia cultural no trabalho, que dá ao Orientalismo a durabilidade e a força de que tenho falado até agora.”. Um dos mais notáveis efeitos desta hegemonia é o de confirmar a superioridade Ocidental (aos olhos tanto dos Orientais quanto dos Ocidentais ) em áreas como leis, tecnologia, ciência e arte. Said discute, também o que ele chama “atitude textual”, através da qual o Oriente é visto na sua generalidade. Estamos perante o hábito de observar e experienciar um país ou cultura baseados no que préviamente lemos (em livros-guias, livros de viagens, etc.). Consequentemente as nossas expectativas serão confirmadas ou frustradas conforme as noções adquiridas através do texto lido. “Muitos viajantes dão por si dizendo que a sua experiência não correu de acordo com o que esperavam, isto é; a sua experiência não foi o que o livro disse que iria ser “. Após um certo período de tempo, esta literatura tem a tendência de “criar” a realidade que se propõe descrever: “tal conhecimento e realidade produzem uma tradição, ou aquilo que Michel Foucault chama «discurso», cuja presença material ou peso, não a originalidade de um dado autor, são os resposáveis reais pelo texto produzido para além dessa realidade”. Esta tendência reflecte em parte a vontade de dominar do Ocidente, e é criada em parte pelas pressões da tradição Oriental e da sua atitude textual em relação ao Ocidente. Entre outras proezas, esta tradição produziu escolares, aumentou o número de línguas orientais ensinadas no Ocidente, bem como a quantidade de obras traduzidas e editadas no séc.XIX. Contudo, no seu processo de tradicionalização, conduziu à duras generalizações sobre o (imutável) Oriente, forjou um apertado laço entre o estudo académico e a política Ocidental, baseado num eurocentrismo que proporcionou um Ocidente dominador e transcendente face a um passivo e imutável Oriente. (Said encara a tradição intelectual como profundamente baseada na filologia e na linguística e da entre os académicos do séc.XIX, ele estuda, neste contexto, Friedrich Shlegel, Gobineau e Humboldt.). Entretanto, a actual vivência do Oriente encontra-se muitas vezes em conflito com a experiência textual pré-concebida, o que não nos surpreende visto que o Oriente nos tem sido tantas vezes apresentado em tons lúgubres, quase irreais. Said menciona as descrições de Flaubert sobre o Oriente, que incluem uma mulher num bazar do Cairo que divertia o público tendo relações sexuais com um macaco; um homem que se fez sodomizar por um orangotango, etc. É para este modo hiperbólicamente exagerado de apresentar o Oriente para consumo Ocidental, que Said tenta perspicasmente chamar a nossa atenção. Como ele próprio diz: “O Oriente, não como ele é, mas como foi orientalizado.” Said criou o termo irónico “dis-Orientals” para apelidar os que se recusam a aceitar a mudança de posição política do Oriente, e cita as ideias de H. A. R. Gibb como exemplo de mentes mal orientadas que simplesmente falharam na aceitação de um vasto Oriente em mudança, e que pelo contrário se apegam ainda aos velhos preconceitos.{bibliografia} C. Belsey, Constructing the Subject – Deconstructing the Text (1985) D. Gill and B. Mayor, Racism and Education (1992) D. Lodge, Modern Criticism and Theory (1988) D. Porter, “Orientalism and its Problems” (In F. Barker et al, The Politics of Theory1982) D.T. Goldberg, Racist Culture (1993) E. Said, Orientalism (1978) ——- “An ideology of Difference” (in H.L. Gates Jr.[ed] “Race”: Writing and Difference, 1985) J. Hawthorn, Contemporary Literary Theory (1994) K. Malik, The Meaning of Race (1996) K. Mumanga, Negritude: Usos e Sentidos (1988)

2009-12-24 06:52:11
2009-12-24 06:52:11
ORIGINALIDADE
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Verbete por redigir

2010-01-01 18:33:09
2010-01-01 18:33:09
ORTÓNIMO (ORTÔNIMO EM PORTUGUÊS DO BRASIL)

Diz-se ortônimo para o poeta Fernando Pessoa que, tendo criado os heterônimos Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, sentiu a necessidade de criar uma designação para a poesia que assinava com seu próprio nome, marcando, assim, uma espécie de super-Autoria, de acordo com a estética da despersonalização que abraçava, e constituindo-se em mais uma persona* (sujeito lírico) das tantas que criara. São suas as palavras: “O que Fernando Pessoa escreve pertence a duas categorias de obras a que poderemos chamar ortónimas e heterónimas”.
Ortônimo traz, em sua etimologia, o sentido de reto, direito, perfeito (cf. gr. orthós). É possível que seja este o significado que lhe quisesse conferir Fernando Pessoa, considerando que é com esta assinatura que apresenta, p. ex., Mensagem, poema para o qual convergem muitas das tendências dessa poesia ortônima, quais sejam o nacionalismo (messianismo-sebastianismo), o misticismo (rosacrucismo) e o intelectualismo (a própria estrutura do poema). É possível que o poeta Fernando Pessoa quisesse associar esses valores à própria personalidade empírica do homem que se chamava Fernando Antônio Nogueira Pessoa, numa atitude de certa forma romântica, pois que foi a partir do Romantismo que os estudos literários começaram a pôr um foco sobre a figura do Autor, atribuindo à individualidade empírica um estatuto de inegável auto-suficiência no que tange à gênese de uma obra.
Parte da crítica, entretanto, discute a questão da ortonímia por um outro prisma, e chega até a considerar Álvaro de Campos o poeta ortônimo, enquanto Fernando Pessoa seria outro dos heterônimos. Foi, entretanto, o mais aceito ortônimo que assinou “O poeta é um fingidor”, deixando talvez aí a melhor porta de entrada para todo “o constelado Fernando Pessoa”. Qual dos poetas (ortônimo/heterônimos) aí presentes seria “o mais reto”, “o mais direito”, “o mais perfeito”, será difícil dizer: praticamente em todos se encontram contradições. Mas o que não é possível negar é que Fernando Pessoa tenha também criado, tanto em sua poesia ortônima como na heterônima, uma complexidade tão perfeita que se poderia chamar, sem negligenciar sua poeticidade, de uma verdadeira ortocontradição.{bibliografia}LOURENÇO, Eduardo. Fernando Pessoa Revisitado. Lisboa: Moraes, 1981; MELLER, Vilson, PINTO, Sérgio Castro (Org.). Fernando Pessoa: Estudos críticos. João Pessoa: Associação de Estudos Portugueses Hernâni Cidade/ UFPb, 1985; ORPHEU. Ed. Facsimilada. Lisboa: Contexto: 1989; PESSOA, Fernando. Páginas de Estética e de Teoria e de Crítica Literárias. Lisboa: Ática, s.d.; QUESADO, José Clécio Basílio. O constelado Fernando Pessoa. Rio de Janeiro: Imago, 1976; SEABRA, José Augusto. Fernando Pessoa ou o Poetodrama. Lisboa: Imprensa Nacional/ Casa da Moeda, 1988; ____.O Heterotexto Pessoano. São Paulo: Perspectiva, 1988; SIMÕES, João Gaspar. Vida e Obra de Fernando Pessoa – História duma Geração. 2.ed. Lisboa: Bertrand, s. d.

2009-12-24 06:57:34
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