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Colecção ou miscelânia de citações, obiter dicta, pensamentos, aforismos ou máximas de um autor. O nome provém originalmente de uma colecção de fragmentos de textos relacionados com o ensino de Confúcio, provavelmente compilados após a sua morte (século V a.C.). Existe uma tradução portuguesa: Os Analectos (Publ. Europa-América, Mem Martins, 1982). Tomado como paradigma pedagógico na civilização chinesa, a colecção conheceu muitas traduções ao longo dos tempos. Ezra Pound e Raymond Dawson (1993) estão entre os mais recentes tradutores. O termo pode, por extensão, aplicar-se a qualquer colectânea de pensamentos de um autor, sobretudo com fins pedagógicos.

{bibliografia}

Herbert Fingarette:“The Problem of the Self in the Analects”, Philosophy East and West – A Quarterly of Asian and Comparative Thought, 29 (Honolulu, 1979); Pin-ching Hu: “Confucius and the Analects”, Chinese Culture: A Quarterly Review, 12, 1 (Taiwan, 1971); Vincent Y. C. Shih e C. Y. Hsu: “Literature and Art in The Analects”, Renditions: A Chinese English Translation Magazine, 8 (Hong Kong, 1977).