RECENSÃO (OU RESENHA)

Uma recensão (ou resenha no Brasil) é um trabalho de apresentação de uma obra literária, concentrando-se no seu conteúdo e no contexto em que a obra surge a público. O termo é já utilizado pelo filósofo romântico alemão F. Schlegel sobre o romance Wilhelm Meister, de Goethe. Naquela “recensão”, Schlegel afirma que “Felizmente ele [o Meister] é precisamente um destes livros que julgam a si mesmos” (Walter Benjamin. O Conceito de Crítica de Arte no Romantismo Alemão. São Paulo: Iluminuras, 1993, p.75). Uma recensão crítica de um texto literário não pode perder de vista a origem do acto crítico (crítica vem do grego krínein, que significa isolar, separar, destacar o particular), mas deve distanciar-se do registo meramente subjectivo de uma opinião arbitrária sobre o texto lido. A recensão literária é também um texto de carácter científico, cujo rigor deve ser procurado na defesa de todos os argumentos de leitura.

O texto de recensão obedece a algumas regras formais específicas, que a seguir se procuram simplificar:

Não deve exceder as 1500 palavras, em casos de pequeno espaço de divulgação editorial; deve ter cerca de 5000 palavras, no caso de destaque editorial.
Não pode conter notas de pé de página.
Identifica, na entrada, 1) o título do livro, 2) o autor, 3) a editora, 4) a cidade de edição, 5) o ano de edição. Caso se trate de uma tradução é necessário também incluir o nome do tradutor.

Do ponto de vista da descrição do conteúdo da obra recenseada, inclui-se:

Uma explicitação objectiva do assunto.
A posição crítica do autor.
0 contributo da obra para o conhecimento (dentro da área científica ou literária em que se enquadra).
De preferência, deve a recensão incluir o ponto de vista do recenseador- leitor da obra, apresentando sucintamente os pontos de discórdia ou concórdia em relação às teses defendidas pelo autor da obra.

RECENSÃO (OU RESENHA)

Uma recensão (ou resenha no Brasil) é um trabalho de apresentação de uma obra literária, concentrando-se no seu conteúdo e no contexto em que a obra surge a público. O termo é já utilizado pelo filósofo romântico alemão F. Schlegel sobre o romance Wilhelm Meister, de Goethe. Naquela “recensão”, Schlegel afirma que “Felizmente ele [o Meister] é precisamente um destes livros que julgam a si mesmos” (Walter Benjamin. O Conceito de Crítica de Arte no Romantismo Alemão. São Paulo: Iluminuras, 1993, p.75). Uma recensão crítica de um texto literário não pode perder de vista a origem do acto crítico (crítica vem do grego krínein, que significa isolar, separar, destacar o particular), mas deve distanciar-se do registo meramente subjectivo de uma opinião arbitrária sobre o texto lido. A recensão literária é também um texto de carácter científico, cujo rigor deve ser procurado na defesa de todos os argumentos de leitura.

O texto de recensão obedece a algumas regras formais específicas, que a seguir se procuram simplificar:

Não deve exceder as 1500 palavras, em casos de pequeno espaço de divulgação editorial; deve ter cerca de 5000 palavras, no caso de destaque editorial.
Não pode conter notas de pé de página.
Identifica, na entrada, 1) o título do livro, 2) o autor, 3) a editora, 4) a cidade de edição, 5) o ano de edição. Caso se trate de uma tradução é necessário também incluir o nome do tradutor.

Do ponto de vista da descrição do conteúdo da obra recenseada, inclui-se:

Uma explicitação objectiva do assunto.
A posição crítica do autor.
0 contributo da obra para o conhecimento (dentro da área científica ou literária em que se enquadra).
De preferência, deve a recensão incluir o ponto de vista do recenseador- leitor da obra, apresentando sucintamente os pontos de discórdia ou concórdia em relação às teses defendidas pelo autor da obra.

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